terça-feira, 27 de novembro de 2012

Homens cada vez mais vaidosos


Universo masculino se rende aos benefícios do botox para ficar mais jovem.

Os anos vão passando e as marcas da idade são inevitáveis – para as mulheres e também para os homens. Para driblar os sinais da idade, o uso de cremes, protetor solar e a realização de procedimentos estéticos, como a aplicação de botox, tornam-se praticamente obrigatórios.
Dados da International Survey on Aesthetic/Cosmetic Procedures Performed confirmam a tendência. De acordo com o instituto, o Brasil é o segundo país no ranking mundial que mais utiliza a toxina botulínica, sendo que 6% dos pacientes são homens.
A toxina botulínica – conhecida mundialmente pela marca Botox, apesar de existirem outros nomes comerciais da substância – começou a ser utilizada para reduzir as rugas por acaso. “Um casal de médicos canadenses, uma dermatologista e um oftalmologista, tratavam um paciente com blefaroespasmo (nome dado quando as pálpebras piscam incontrolavelmente) e observaram que a toxina reduzia as rugas conforme o avanço do tratamento. Desde então a toxina passou a ser utilizada para fins estéticos”
A substância é proveniente da bactéria Clostridium botulinum, que causa o botulismo – doença que paralisia os músculos e pode até matar. Pacheco esclarece que a toxina utilizada nos consultórios é 100% segura e, se usada de forma adequada, não há maiores riscos.
A toxina age diretamente nos nervos responsáveis pela movimentação dos músculos faciais. Ao serem paralisados, os nervos ficam atrofiados e as rugas ficam mais suaves. 
Além da aparência jovial, os homens também buscam um ideal de beleza, força e virilidade, alcançado por meio do aspecto mais rígido que o botox fornece. “A pele firme e sem rugas reforça a imagem de homem forte e viril. O preconceito quanto à realização de procedimentos estéticos pelos homens está praticamente ultrapassado. Hoje não há mais aquela história de que homem que se cuida é menos macho e as mulheres dão mais valor aos que se cuidam”

Cirurgia plástica engrossa as coxas e elimina a flacidez

o ano passado foram realizadas em média 121 cirurgias plásticas por dia em mulheres no Brasil, enquanto apenas 28 homens se renderam ao bisturi. Os dados são da pesquisa IBOPE Inteligência sobre o mercado da cirurgia plástica no Brasil para o XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, que aconteceu em março. Das 645.464 mil cirurgias plásticas feitas em 2009, 69% foram com objetivos estéticos. E neste cenário promissor, não é apenas o número de procedimentos que aumenta, mas a cada dia inovações tecnológicas e estudos sobre a área trazem novas técnicas para esculpir os corpos e tentar chegar à perfeição. 

“O implante nos seios ainda é a campeã no ranking das cirurgias estéticas. Mas procedimentos no bumbum, nas costas e pernas estão se tornando cada vez frequentes”, afirma o cirurgião plástico Alderson Luiz Pacheco, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). As pernas são objetos de desejo e sem dúvida chamam a atenção masculina, principalmente no verão, quando as saias, shorts e vestidos tomam conta das ruas. “Muitas mulheres reclamam que tem a coxa fina ou um arco no meio das pernas ou até mesmo que elas ficam flácidas após emagrecimentos severos. Mas existem várias técnicas que podem resolver ou amenizar estes complexos como a prótese de silicone, a lipoenxertia ou o lifting”, explica Pacheco. 

Segundo o médico, o implante de silicone é feito com um corte na dobra do bumbum e a prótese é colocada no meio do músculo. A cirurgia dura cerca de uma hora e meia e a anestesia é raquidiana ou peridural. “O músculo é o lugar que garante a melhor fixação da prótese e com o passar do tempo o organismo formará um tecido fibroso naturalmente, que manterá o implante no lugar”, esclarece. Após a cirurgia é recomendado não pegar peso e depois de 10 dias as atividades diárias podem ser retomadas. Quanto aos exercícios, eles são liberados após um mês e de forma progressiva”, ressalta.

Quem quer deixar as coxas um pouco mais grossas também pode recorrer a lipoenxertia. A técnica consiste em implantar gordura retirada de outro local nas coxas e pode-se conseguir um resultado harmonioso, acrescentando até dois centímetros na circunferência das pernas.  De acordo com Pacheco após uma semana é possível voltar a andar normalmente e os exercícios podem ser feitos depois de um mês. É recomendado a utilização de bolsas frias e malha compressiva no pós-operatório. 

Já para a flacidez uma boa opção é o lifting, feito a partir de um corte na virilha - em direção ao osso do quadril -, a pele é puxada e é retirado o excesso. “Este procedimento dura cerca de quatro horas e a anestesia utilizada é a raquidiana ou a peridural. Durante uma semana deve-se manter repouso e durante um mês a paciente deve usar uma malha compressora. Atividades físicas somente após dois meses”, acrescenta o cirurgião. O resultado definitivo aparece após seis meses, quando os tecidos se acomodam e a cicatriz já está amadurecida.

Cinta modeladora é essencial após a plástica


Além de ajudar a modelar a área operada, a cinta contribui para cicatrização e evita deslocamentos da pele.
A cirurgia plástica é capaz de remodelar o corpo, equilibrar a silhueta e corrigir os defeitinhos que incomodam. O sucesso da cirurgia depende da qualificação do médico, dos cuidados antes da cirurgia e, principalmente, do pós-operatório. “O paciente deve seguir a risca todas as recomendações após o procedimento. Repousar, evitar a exposição aos raios solares e usar cinta modeladora são algumas das orientações mais comuns”, afirma Alderson Luiz Pacheco, médico pós-graduado em Cirurgia Plástica e Queimados pelo Hospital Universitário Evangélico de Curitiba.
O uso de cintas para modelar o corpo não é uma novidade. Na antiguidade, as mulheres costumavam usar espartilhos apertados para ficarem com a aparência de cintura fina, seios fartos e quadril largo. Atualmente, as cintas são usadas para dar melhores contornos ao corpo ao usar roupas justas. “A cinta modeladora também é fundamental no período de recuperação da cirurgia plástica. Ela tem a finalidade de conter a pele manuseada no procedimento, evitar o aumento do inchaço e auxiliar na modelagem da área operada”, explica.
A cinta utilizada no pós-cirúrgico ainda ajuda na cicatrização e reforça a musculatura, que fica fragilizada nos primeiros dias após a plástica. A firmeza proporcionada pela cinta também impede sangramentos ou deslocamentos da pele. “Lipoaspiração, abdominoplastia e outros procedimentos na região do abdômen exigem o uso da cinta. Existem diversos modelos disponíveis no mercado, sendo que os fabricados com elastano e microfibras são os mais indicados, pois são mais confortáveis e podem ser usados em qualquer tipo de estrutura corporal”, esclarece.
Para não errar na escolha, Pacheco recomenda provar a cinta antes de comprá-la. O tamanho deve proporcionar conforto e sustentação sem apertar demais. Tamanhos menores podem causar problemas ortopédicos e de circulação, prejudicar os resultados da cirurgia e provocar fibrose, dores e desconfortos. “A cinta apertada pode machucar a pele, causar cicatrizes e dificultar a respiração, por isso é importante escolher o tamanho certo. Conforme ela ficar folgada, basta ajustá-la”, observa o médico, mestre em Princípios da Cirurgia Plástica utilizando Laser.
A cinta será utilizada todo o tempo e só deve ser retirada para tomar banho. Para possibilitar a lavagem do produto, a orientação é adquirir duas cintas, enquanto uma é lavada, a outra pode ser utilizada. As cintas devem ser levadas para o hospital ou clínica no dia da cirurgia. “A cinta deve ser associada a outros cuidados para potencializar os resultados da cirurgia plástica. A prática de exercícios físicos, alimentação equilibrada e a realização de sessões de drenagem linfática são essenciais para um pós-operatório adequado”, ressalta Pacheco.
Dr Alderson Luiz Pacheco (CRM-Pr 15715) - Cirurgião Plástico

Cânula descartável torna a lipoaspiração mais segura


A promessa do corpo perfeito faz muitas melhores recorrerem à lipoaspiração, que só pode ser feita em pacientes saudáveis e bem preparadas fisicamente e corresponde  a 20% das 457 mil intervenções estéticas realizadas no Brasil, ou seja, é a segunda mais requisitada e atinge a marca de 91 mil por ano, perdendo apenas para as de aumento e redução de mamas, segundo pesquisa Datafolha.
O procedimento que consiste na retirada de gordura através da aspiração contínua por vácuo, é feita pela maioria dos cirurgiões plásticos com cânula de ferro, não descartável. Embora o instrumento seja esterilizado, podem restar resíduos que possibilitam a contaminação através de diversas bactérias, entre elas, a micobactéria (Mycobacterium abscessus), um microorganismo encontrado facilmente no ambiente hospitalar que causa uma violenta infecção. Segundo a ANVISA, entre o período de 1º de janeiro de 2003 a 28 de fevereiro de 2009, foram registrados 2128 casos de contaminação, o que confirma o aumento do risco deste tipo de cirurgia decorrente do grande número de lipoaspirações realizadas, fator que impede a devida esterilização dos equipamentos utilizados. A infecção causada pela micobactéria causa febre, secreção, abscessos, ulcerações, difícil cicatrização, nódulos e vermelhidão, podendo levar a morte. 
Porém, na busca de uma alternativa para aperfeiçoar a técnica e evitar a contaminação, em 2009 foi desenvolvido um equipamento que está revolucionando o cenário da cirurgia plástica no mundo. A novidade é a cânula descartável que elimina as chances de contaminação pela Mycobacterium abscessus. Feito de aço inox e revestido com silicone, o aparelho é mais flexível e maleável do que o antigo, o que facilita no processo de deslocamento da gordura e ainda contribui para a diminuição dos riscos de perfurações no decorrer da cirurgia. “As cânulas convencionais aumentam o risco de lesões vasculonervosas em virtude de serem rígidas e apresentarem furos com superfície. Já essa novidade descartável e flexível tem facilitado o  descolamento facial com menor risco de lesão vascular e nervosa, propiciando um resultado mais seguro para cirurgião e paciente”, explica o responsável pela novidade, Ewaldo Bolivar de Souza Pinto, coordenador do XI Simpósio Internacional de Cirurgia Plástica, que acontecerá nos dias 19, 20 e 21 de março, em São Paulo, e abordará esse tema.
O médico também aponta que para fazer uma lipoaspiração os exames pré-operatórios são imprescindíveis e alerta que o volume total aspirado no procedimento não deve ultrapassar 5 a 7 % do peso do paciente, não se estendendo além de 40% de área de superfície corporal. A duração da cirurgia é de cerca de 2 a 3 horas, dependendo do volume das áreas que serão tratadas. Já a tão esperada alta hospitalar, na maioria das vezes é dada no mesmo dia da cirurgia, porém existem recomendações pós-operatórias que devem ser respeitadas, são elas: repouso nos cinco primeiros dias; uso de cinta compreensiva durante as 3 primeiras semanas após a cirurgia para que a compressão seja mantida e o inchaço reduzido; ao menos 10 sessões de drenagem linfática depois dos 5 dias de repouso para reduzir o edema e evitar cicatrizes; exposição ao sol somente após um mês e com o uso de filtro solar e, o mais importante, visitar o consultório médico para curativo e revisão. “É fundamental que o cirurgião plástico pertença a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica e as operações sejam feitas em centros cirúrgicos que tenham todos os equipamentos necessários e respeitem as exigências da ANVISA. O paciente também deve fazer todas as perguntas ao médico e retornar ao consultório quantas vezes julgar necessário”, complementa Bolivar, que é presidente da Comissão de Ciência e Segurança de Cirurgia Plástica da SBCP.

MINISTÉRIO DA SAÚDE REALIZA MOBILIZAÇÃO PARA TESTAGEM DE HIV


BRASÍLIA - O Ministério da Saúde, em parceria com estados, municípios e sociedade civil, irá realizar uma mobilização nacional para testagem de sífilisHIV e hepatites virais (B e C). Durante 10 dias, todas as pessoas que desejarem saber sua condição podem procurar as unidades da rede pública e os Centros de Testagem e Aconselhamento – CTA, em todo o país. A estratégia faz parte das ações que marcam o Dia Mundial de Luta contra a Aids, lembrado em 1º de dezembro, e que foi apresentada nesta terça-feira (20) pelo ministro da Saúde Alexandre Padilha. 
Entre as ações, está o lançamento do novo boletim epidemiológico, que traz, como novidade, a inclusão de informações sobre monitoramento clínico dos pacientes, carga viral, contagem de CD4 (situação do sistema imunológico) e tratamento. A ampliação da testagem no pré-natal é um dos destaques. Estudo do Ministério da Saúde com parturientes indica que, em 2004, 63% das mulheres gestantes realizaram o teste. Entre 2010 e 2011, esse índice foi de 84%, um aumento de 21 pontos percentuais.  
O boletim mostra ainda queda de 12% no coeficiente de mortalidade padronizado (número de óbitos para cada 100 mil habitantes utilizando-se uma população padrão). A taxa de 6,3 óbitos por 100 mil habitantes em 2000 caiu para 5,6 em 2011.
Cerca de 70% dos pacientes que vivem com aids no Brasil, e que estão em terapia antirretroviral, apresentam cargas virais indetectáveis. Isso significa que as pessoas que têm a infecção e recebem medicamentos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) estão vivendo cada vez mais. "O Ministério da Saúde considerou como prioridade trabalhar, não apenas o dia de combate à Aids, como também essa ação de mobilização. A campanha serve para alertar sobre a importância do diagnóstico precoce, com ampliação do acesso da população aos testes rápidos nas unidades básicas de saúde”, frisou o ministro da Saúde Alexandre Padilha.
HIV camisinhaFIQUE SABENDO -  A partir dessa quinta-feira até 1º de dezembro – as unidades da estratégia de mobilização “Fique Sabendo” estarão em todas os estados do país, oferecendo a testagem para HIV/aids, sífilis e a hepatite B e hepatite C.  Com apenas uma gota de sangue colhida, o resultado do teste rápido sai em 30 minutos. A pessoa recebe aconselhamento antes e depois do exame, e em caso positivo, é encaminhada para o serviço especializado.
 “O diagnóstico precoce produz dois impactos positivos: o individual e o coletivo. Primeiro, é importante que o paciente saiba que está infectado, isso possibilita um tratamento eficaz e mais rápido, reduzindo os riscos e melhorando a qualidade de vida. Segundo, reduz a carga viral negativa. Viver com HIV não é simples, mas saber é muito melhor", afirmou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.

TESTE RÁPIDO- Desde a sua implantação em 2005, foi registrado aumento de 340% no número de testes ofertados (de 528 mil, 2005, para 2,3 milhões, em 2011). De janeiro a setembro deste ano, já foram distribuídas 2,1 milhões de unidades do exame. A expectativa é fechar 2012 com a remessa de cerca de 2,9 milhões, apenas para detecção do HIV.
 Para a Mobilização Nacional, o Ministério da Saúde enviou às capitais, 386.890 testes rápidos para HIV, 182.500 para sífilis, 93 mil para hepatite B e 93 mil para a C. No total, foram 755.390 unidades de insumos, conforme a solicitação de cada estado. Os testes rápidos para diagnóstico de HIV/aids, hepatites virais e sífilis estão disponíveis, gratuitamente, em toda a Rede Pública de Saúde.
“A política de acesso aos testes tem mostrado estar no caminho certo. Segundo Pesquisa de Comportamentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira (PCAP), a realização de testagem de HIV passou de 20%, em 1998, para quase 40% na população adulta brasileira, em 2008”, observa o diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco.
A realização do teste é recomendada para toda a população, especialmente para alguns grupos populacionais em situação de maior vulnerabilidade para a infecção pelo HIV, como homens que fazem sexo com homens (HSH) (54%), mulheres profissionais do sexo (65,1%) e usuários de drogas ilícitas (44,3%). Isso porque a epidemia no Brasil é concentrada e o país focaliza, prioritariamente, as ações de prevenção do governo federal nessas populações.
HIV epidemiologiaDADOS EPIDEMIOLÓGICOS – A taxa de incidência de aids no Brasil tem se mantido nos mesmos patamares, nos anos recentes, embora apresente diferenças regionais. Esses e outros dados epidemiológicos da aids serão destaques do Boletim Epidemiológico que será lançado no dia 1 de dezembro, com números atualizados até junho de 2012.  Os dados apontam que a taxa de incidência da aids no Brasil, em 2011, foi de 20,2 por 100.000 habitantes. Nesse ano, foram registrados 38,8 mil casos novos da doença. O maior volume de casos continua concentrado nos grandes centros urbanos.
 A região Sudeste apresenta redução nas taxas de incidência de aids de 27,5 casos (para cada 100 mil) -  em 2002 - para 21,0 em 2011.  Nas regiões Sul, Norte e Nordeste, há leve tendência de aumento. O Centro-Oeste apresenta comportamento similar ao Brasil, ou seja, a epidemia continua no mesmo patamar.
 A taxa de prevalência (percentual de pessoas infectadas pelo HIV), em 2010, foi estimada em 0,42%. Em relação à mortalidade por aids, o país apresentou média de 11.300 óbitos por ano na última década. O coeficiente de mortalidade padronizado (número de óbitos para cada 100 mil habitantes utilizando-se uma população padrão) vem apresentando queda. Enquanto em 2000, era de 6,3, em 2011 o número registrado foi 5,6, o que representa redução de 12%. O diagnóstico precoce seguido do acesso, em tempo oportuno, à terapia antirretroviral explica a queda de óbitos em decorrência da aids. 
diagnóstico HIVMONITORAMENTO - O aumento do diagnóstico tem se refletido no crescimento da proporção de indivíduos HIV positivos que são identificados precocemente. Em 2006, 32% dos pacientes chegavam ao serviço de saúde com contagem de CD4 superior a 500 células por mm3, o que indica que o sistema imunológico do paciente ainda não está comprometido. Em 2010, esse percentual subiu para 37%.
A incorporação de novos medicamentos no tratamento contra a aids também tem contribuído para diminuir as estatísticas de óbitos em consequência da infecção. Em 2010, a etravirina passou a ser oferecida no SUS para pacientes com resistência aos outros antirretrovirais. Já o tipranavir foi incluído no rol de medicamentos disponíveis no país, desde o ano passado. É o primeiro antirretroviral de resgate terapêutico que poderá ser utilizado por crianças de 2 a 6 anos de idade.
Em outubro desse ano, o Ministério da Saúde assinou acordo com os laboratórios Farmanguinhos, Fundação Ezequiel Dias e Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco para a fabricação da dose fixa combinada (uma só pílula) dos antirretrovirais tenofovir, lamivudina e efavirenz, o chamado tratamento 2.0. A iniciativa vai facilitar a adesão do paciente ao tratamento da aids, seguindo tendência mundial de simplificar os esquemas de terapia. A expectativa é que o comprimido único já esteja disponível no SUS em 2013.
O Ministério também está incorporando, como parte do arsenal terapêutico de medicamentos de terceira linha (esquemas de resgate para pacientes que não responderam satisfatoriamente aos de primeira e de segunda linha), o maraviroque. O antirretroviral pertence a uma nova classe de medicamentos e, inicialmente, irá beneficiar 300 pacientes no país, a partir de próximo ano. Será o quinto antirretroviral de terceira linha disponibilizado pelo governo.
CAMPANHA – O tema da campanha pelo Dia Mundial de Luta contra a Aids deste ano irá destacar a importância de se realizar o teste, tendo como porta-vozes pessoas que vivem com HIV/aids. A estratégia prevê veiculação de mensagens de promoção ao diagnóstico de HIV, com base nos direitos humanos e no combate ao estigma e preconceito. A divulgação nacional será feita em TV, rádio, salas de cinema e internet.
As mensagens irão mostrar que o teste é um processo seguro, sigiloso e acessível na rede pública. Os protagonistas da campanha, que vivem com HIV e descobriram sua sorologia por meio do teste, irão incentivar a realização do exame. A campanha terá a seguinte abordagem: “Eu vivo com HIV e sei disso. A diferença entre nós é que você pode ter o vírus e não saber. Vá à unidade de saúde e faça o teste de aids”.
Das 530 mil pessoas que vivem com HIV no Brasil atualmente, 135 mil desconhecem sua situação e cerca de 30% dos pacientes ainda chegam ao serviço de saúde tardiamente.
O público alvo é a população em geral, especialmente a que vive em situação de maior vulnerabilidade, como homens que fazem sexo com homens (HSH), travestis e profissionais do sexo. A campanha também incentiva os profissionais de saúde a recomendarem a testagem aos pacientes, independente de gênero, orientação sexual, comportamento ou contextos de maior vulnerabilidade.

Fonte: Ministério da Saúde, 25.11.2012

Perguntas que devem ser feitas ao cirurgião plástico


Atualmente, a cirurgia plástica está em alta, com milhares de pessoas no mundo todo que recorrem aos benefícios desse procedimento. Porém, antes de realizar a tão desejada cirurgia plástica é necessário levar em consideração alguns aspectos, em especial em relação ao próprio cirurgião plástico. Toda cirurgia apresenta riscos, por isso é preciso existir uma boa avaliação antes de fazer a escolha da clínica, assim como do cirurgião. Por muitas vezes a procura pode ser exaustiva e demorada, entretanto, todo o esforço vale a pena para um resultado seguro e satisfatório.
Para que você não erre na escolha, separamos algumas perguntas que acreditamos ser essenciais e ajudarão a optar pelo melhor médico especialista.
  • O primeiro de tudo é avaliar se o médico possui o título da sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica. Com certeza, os médicos que o apresentam são os mais confiáveis e são os que apresentam resultados agradáveis;
  • Verifique se o médico possui licenciamento para trabalhar no estado que está realizando a consulta;
  • Leve em consideração a experiência do médico, portanto questione sobre há quanto tempo o mesmo encontra-se na ativa;
  • Sempre que possível, peça para visualizar fotos que contenham os resultados das cirurgias anteriores. Desse modo, avalie se está satisfeita com o trabalho dele;
  • Demonstre seu desejo ao médico, porém nem sempre a sua opção será a melhor para a sua saúde. Assim, escute o que o médico tem para dizer, com certeza ele possui mais experiência nesse assunto, do que você;
  • Nunca opte pelo mais barato. Contudo, nem sempre o preço mais baixo significa que o trabalho é inferior e vice versa. Fique atenta!
  • Nunca aceite consulta de um atendente. Se você está pagando, deve exigir que seja atendida por um especialista;
  • Questione sempre a respeito do tipo de cirurgia que será realizado, para que depois não fique insatisfeita com o resultado;
  • Peça explicação quanto aos riscos da cirurgia;
  • Argumente sobre o local em que será realizado o procedimento e, quando possível, peça para conhecer o ambiente.
De modo geral, para realizar uma boa escolha em relação ao cirurgião plástico, é necessário que exista uma boa relação entre médico e paciente. Sendo que o paciente sempre deve optar por aquele especialista que transmita mais confiança e que responda de maneira satisfatória a todas as suas perguntas. Não esqueça de colocar sempre a sua saúde em primeiro lugar.

REMÉDIO CONTRA OS CALOS DOS PÉS



INGREDIENTES

- 2 comprimidos de ácido acetilsalicílico (aspirina).

PREPARAÇÃO
Dissolva os comprimidos de aspirina em uma colher de sopa do óleo de amêndoas doce. Misture bem.

POSOLOGIA
Massageie o pé com a mistura, principalmente nos locais com calos. Você pode usar um algodão e aplicar durante a noite. Continue a utilizar dia após dia até notar uma melhora nos calos.

domingo, 25 de novembro de 2012

10 mandamentos para a saúde da mulher

1º - A primeira consulta ao ginecologista deve ser feita logo após a primeira menstruação. Nessa consulta, o importante é a adolescente se sentir segura e procurar saber mais sobre seu corpo, métodos anticoncepcionais e prevenção de doenças sexualmente transmissíveis.

2º - O início da prevenção do câncer de colo de útero (sendo o 2º câncer que mais mata, o 1º ainda é o de mama) deve coincidir com o período de início da vida sexual da mulher. A regularidade do exame Papanicolau é um dos fatores mais importantes para a manutenção da saúde. Portanto, ela deve ir anualmente ao ginecologista.

3º - Durante toda a gravidez, devem ser realizadas consultas pré-natais que orientam a mulher para os cuidados higiênicos, fundamentais para a perfeita evolução da gestação. A ultra-sonografia e a dopplerfluxometria (avaliação do feto) são fundamentais.

4º - As mulheres acima de 35 anos que desejam engravidar devem realizar a pesquisa genética para avaliar anomalias cromossômicas.

5º - A prevenção do câncer de mama deve seguir a seguinte orientação:
- A partir dos 15 anos, auto-exame (tocar as mamas), esse toque deve ser feito mensalmente, sempre após a menstruação. Isso vale para todas as mulheres, principalmente as assintomáticas. Mamografia, só sob indicação médica, dando-se preferência à ultra-sonografia, quando há necessidade de estudo mais pormenorizado nesta fase da vida.
- Aos 35 anos, deve-se procurar o médico para realizar a primeira mamografia, que servirá de base para avaliações futuras.
- Hoje, os médicos aconselham a mamografia anual dos 40 aos 49 anos, cercada de um cuidadoso exame clínico. Apesar das controvérsias sobre a mamografia nessa faixa etária, estudos recentes têm demonstrado uma incidência significativa de tumores mais agressivos nesta população, hoje os tumores em estágio inicial já podem ser detectados, quando a mulher procura fazer exames periódicos.
-Acima dos 50 anos, continua a indicação anual para a mamografia para todas as mulheres, sem exceção.


6º - Estudos têm demonstrado que a associação da mamografia com a ultra-sonografia tem sido muito útil na investigação das patologias mamárias. Em muitos casos, os exames evitam cirurgias desnecessárias.

7º - A ultra-sonografia transvaginal com o doppler tem ajudado a prevenir o câncer de ovário, que, embora bastante traiçoeiro, felizmente apresenta uma incidência pequena na população (brasileira), mesmo assim, aconselham-se esses exames anuais a partir dos 45.

8º - Um dos grandes problemas da menopausa é a osteoporose. Acima dos 45 anos, a fim de detectar perdas ósseas significativas, aconselha-se, anualmente, uma avaliação da massa óssea na coluna lombar e no colo de fêmur com o exame conhecido por densitometria óssea.

9º - Na menopausa, a reposição hormonal tem sido de fundamental importância para a melhoria da qualidade de vida da mulher. Porém, esse procedimento só deve ser feito sob orientação médica.

10º - Durante a menopausa, e principalmente sob reposição hormonal, a mulher deve sempre se submeter à ultra-sonografia transvaginal, para a avaliação do endométrio, e submeter-se a exames laboratoriais com a finalidade de estudar o perfil cardiovascular e osteo metabólico.

Essas são algumas dicas para que a mulher tenha sempre uma vida saudável.

Novo método substitui laqueadura

O Hospital das Clínicas de São Paulo, ligado à Secretaria da Saúde, atestou a eficácia de um método revolucionário de esterilização da mulher que substitui a tradicional laqueadura, cirurgia em que as trompas são ligadas para evitar filhos. Indolor e sem necessidade de anestesia, o tratamento é feito em menos de 10 minutos e a paciente pode retomar suas atividades logo após a realização do procedimento. A clínica do HC acompanhou cinco casos desde março de 2008, e todos os resultados foram considerados satisfatórios. 

A técnica consiste no implante de um dispositivo à base de titânio, semelhante a uma mola, em cada uma das trompas. O procedimento é feito com o auxílio de uma microcâmera. O titânio provoca uma reação no tecido e, em três meses, obstrui definitivamente as trompas.

“Orientamos que as pacientes usem outro método contraceptivo durante três meses após o procedimento. Depois desse prazo, a mulher poderá ter, para sempre, re lações sexuais sem o risco de gravidez”, afirma Edmund Bacarat, ginecologista do HC e professor titular da disciplina de Ginecologia da Faculdade de Medicina da USP.
No Brasil, esse modelo de esterilização foi regulamentado pela Anvisa em fevereiro deste ano, mas ainda não foi liberado pelo Ministério da Saúde para utilização no SUS (Sistema Único de Saúde). Na Europa e nos Estados Unidos, o uso do tratamento é amplo. O Uruguai também já o realiza na rede de saúde pública.

A adoção do novo procedimento pode liberar as salas de cirurgia para operações mais complexas, já que ele pode ser feito no próprio ambulatório, numa consulta de rotina, pois a paciente não sofre nenhum corte. 

Fonte:Hospital das Clínicas/SP

Auto massagem

Como fazer a auto massagem shiatsu



sábado, 10 de novembro de 2012

Alopecia androgenetica feminina (calvície feminina)

As mulheres consideram a alopecia androgenetica feminina (calvície feminina), um problema de queda de cabelo grave, vez que o estilo do cabelo é um componente importante que reforça a beleza e autoestima. Ao contrário da calvície masculina, que afeta a maior parte da população de homens adultos acima de 60 anos e já é considerada uma situação aceitável e muitas vezes inevitável, a calvície feminina pode trazer graves danos físicos e principalmente psicológicos à mulher e, portanto, a busca rápida de um tratamento eficaz para curar a calvície feminina pode ser muito importante para estimular novamente o crescimento dos cabelos.

Várias são as causas da calvície feminina: mulheres afetadas pelo estresse físico e psicológico; existência de alguma infecção bacteriana ou fúngica no couro cabeludo; uso de contraceptivos orais e alguns remédios para pressão arterial, diabetes e outras doenças; medicamentos na quimioterapia ou em situações de hipotireoidismo ou hipertireoidismo; falta de nutrição adequada; alterações hormonais pós-parto ou durante a menopausa; uso excessivo de tinturas e outros produtos para cabelo com fortes componentes químicos; algumas cirurgias e outros procedimentos também podem resultar na queda de cabelos em mulheres.

Caso a raiz do problema seja encontrada rapidamente o crescimento do cabelo seja estimulado, há grandes chances de sucesso no tratamento da calvície feminina. No entanto, caso o afinamento dos fios de cabelo e a calvície permanente ocorre em casos hereditários ou decorrentes de problemas com hormônios, os tratamentos podem demorar certo tempo para fazerem efeito.

Existem várias opções de tratamento para reduzir os efeitos da calvície feminina. A maioria dos produtos inibe a produção do hormônio andrógeno chamado dihidrotestosterona (DHT), vez que a queda de cabelo se desenvolve quando o nível de dihidrotestosterona no couro cabeludo é muito alto. A DHT se liga aos folículos pilosos, diminuindo a quantidade de nutrientes extraídos do sangue. Os folículos gradualmente diminuem o crescimento e o cabelo se torna mais fino. Se nada for feito para tratar esta condição, o cabelo tende a desaparecer completamente. A Saw Palmetto – Serenoa repens (palmeira nativa da América do Norte), é uma planta medicinal que inibe o DHT. Tal descoberta foi inicialmente ocasionada pelo fato de que muitos dos homens que utilizavam a Sabal Palmetto para o tratamento do aumento benigno da glândula prostática acabaram notando que os fios de seus cabelos passaram a engrossar novamente.

O Chá Verde é usado tradicionalmente em algumas regiões em forma de aplicações diretas no couro cabeludo com o intuito de bloquear a produção do hormônio que provoca calvície masculina e feminina. Óleos naturais como o óleo de semente de abóbora, óleo de amêndoas e o óleo de Jujuba podem ser condicionadores naturais para o cabelo capazes de estimular o crescimento. O extrato da raiz da planta Urtiga é considerado nos Estados Unidos como um dos melhores e mais eficazes tratamentos naturais para combater a calvície em mulheres.

Shampoos que contenham vitamina B são muito bons para os fios de cabelo. Esta vitamina proporciona um brilho saudável ao cabelo e fornece as proteínas necessárias para o crescimento saudável do cabelo. Massagens no couro cabeludo podem ajuda a estimular a circulação sanguínea nos mesmos, fazendo com que vitaminas e minerais cheguem diretamente ao couro cabelo para nutrir as raízes do cabelo.

Uma boa dieta é muito importante para a saúde do cabelo e pode interferir diretamente no crescimento do cabelo e a deficiência de vitaminas pode interferir diretamente neste processo. Os cabelos devem receber certas doses de vitaminas e minerais para manter os folículos saudáveis no couro cabeludo. A má nutrição pode fazer com que a qualidade dos cabelos diminuía e os cabelos parem de crescer adequadamente. O consumo de frutas e vegetais frescos é benéfico para a saúde dos cabelos. Quantidades certas de vitaminas A, B, C e E também desempenham um papel importante em manter o cabelo forte e saudável.

Insonia


A maioria dos adultos já tiveram insônia ou sonolência em algum momento de suas vidas. Cerca de metade da população é afetada pela insônia, sendo que 10% possuem insônia crônica. A insônia é um sintoma e não uma doença. Por definição, insônia é a “dificuldade em iniciar ou manter o sono, ou ambos”, e pode ser ocasinada devido à qualidade ou quantidade inadequada de sono. A insônia não é definida por um determinado número de horas de sono que se uma pessoa tem, vez que as pessoas variam muito em suas necessidades de sono e práticas cotidianas.

Embora a maioria de nós saiba o que é insônia e os sintomas que são apresentados após uma ou mais noites sem dormir, alguns devem fazer uso de medicamentos para insônia ou até mesmo consultar um médico. Muitas pessoas desconhecem as opções comportamentais, médicos disponíveis e até mesmo opções de alimentos, ervas, plantas e fitoterápicos na medicina alternativa que não apresentam quase nenhum risco a saúde e podem servir para o tratamento da insônia.

A insônia é geralmente classificada com base na duração do problema. Nem todos concordam com uma definição, mas em geral há um consenso que os sintomas que duram menos de uma semana são classificados como insônia transitória, sintomas entre 1 e 3 semanas são classificados como insônia de curto prazo, e acima disso, os sintomas são classificados como insônia crônica.

Muitas das causas da insônia transitória ou de curta duração são semelhantes e incluem o “jet lag”, alterações na jornada e ritmo de trabalho, barulho excessivo ou desagradável, temperatura ambiente desconfortável (muito quente ou muito frio), situações estressantes e tensas de vida (preparação para o exame, falecimento de ente querido, desemprego, divórcio ou separação etc.), presença de uma doença aguda médica ou cirúrgica ou até mesmo hospitalização, retirada de drogas, álcool, sedativos ou estimulantes e até mesmo insônia relacionada com altitudes elevadas.

A insônia afeta todas as faixas etárias. Entre os adultos, a insônia costuma afetar mais as mulheres do que os homens. A incidência tende a aumentar com a idade. Ela é geralmente mais comum em pessoas de baixa condição socioeconômica, alcoólatras e usuários de substâncias químicas e pessoas com problemas de saúde mental. O estresse (stress) provoca na maioria das vezes a insônia de curto prazo ou aguda. Caso não seja tratada, esse sintoma da insônia pode evoluir para uma insônia crônica.

Além do estresse, a insônia pode ser causada por uma série de razões diferentes. Essas causas podem ser divididas em fatores situacionais, condições médicas ou psiquiátricas, ou até mesmo problemas do sono primário.

Os problemas psicológicos mais comuns que podem levar à insônia são: ansiedade, estresse (stress), esquizofrênia, transtorno bipolar (kkkkk pode ser?!!!kkkk)  e depressão. De fato, a insônia pode ser um indicar de depressão. Muitas pessoas tem insônia durante a fase aguda de uma doença mental.

Vários alimentos comuns no Brasil podem ser adicionados a uma dieta para curar a insônia. O Maracujá age no sistema nervoso central, aquietando-o, além de aliviar dores de cabeça causadas devidos a tensão e deixar a pessoa mais tranquila. A Aveia, alimento muito consumido em dietas por crianças, possui propriedades medicinais que podem ajudar a curar a insônia, assim como os tradicionais chás de Camomila e Erva-Cidreira. O próprio aroma da Lavanda podem ajudar a combater e curar os sintomas da insônia.

Das sementes da Griffonia simplicifolia se retira o extrato que é base para o medicamento natural 5-HTP, usado na fitoterapia. Diversos estudos indicaram o alto índice de serotonina presentes nas semente, o que traz enormes benefícios à saúde, inclusive no tratamento natural da insônia.

O Kava Kava tem seu uso recomendado antes de dormir, para induzir um sono agradável e tranquilo. Ele ajuda também a reduzir a velocidade da taxa de batimentos cardíacos e respiração.

O chá da semente do Endro também é considerado um remédio excelente para crianças, podendo ser usado inclusive para prevenir pesadelos. Das sementes, pode ser feitos sachês para serem colocados dentro do travesseiro, para acalmar a pessoa na hora de dormir e evitar a insônia. O Endro é nativo da Índia, Irã, do Mediterrâneo e do Sul da Rússia. O nome em latim “Anethum graveolens” significa “cheiro forte” e também significa “calmaria”.

Durante a Primeira Guerra Mundial, a Valeriana foi dada aos soldados e civis traumatizados pelos horrores da guerra. Na Europa, a planta é o mais comum sedativo natural e na medicina natural da Alemanha é usada para tratar crianças incontroláveis.

A Schizandra é um sedativo moderado. Na China, algumas pessoas mastigam diariamente os frutos durante 100 dias para usufruir do efeito tônico da planta, que melhora a coordenação e concentração. É dito que a planta “acalma o coração e aquieta o espírito”.

O Lúpulo e a Filipêndula são usadas como erva de banho para relaxamento. A Papoula-Vermelha, foi dedicada a Nada (Deusa de Noite), Thanatos (Deus da Morte), o irmão gêmeo dele, Hypnos (Deus de Sono) e Morfeu, filho de Hypnos e Deus dos Sonhos. As sementes foram oferecidas aos mortos para assegurarem um sono eterno tranquilo.

Cicatrização


Nosso organismo é freqüentemente lesado por agentes agressores.
Traumatismos mais ou menos graves, desencadeados de diferentes maneiras, destroem zonas do corpo, que a partir desse momento necessitam reparação.
A pele, sendo a região mais periférica e superficial, é a mais freqüentemente lesada. Como envoltório de estruturas internamente situadas, apresenta uma resistência maior que os órgãos envolvidos.
Se considerarmos um músculo, ou uma porção de intestino, ou outro órgão qualquer, a pele é mais forte, com exceção, é claro, dos ossos que têm uma grande resistência e podem ser considerados os mais vigorosos do corpo.
Denomina-se cicatrização ao fenômeno pelo qual o organismo tende a reparar uma porção lesada.
Se um agente agressor causa um dano em um local, imediatamente ocorre uma série de fenômenos que visam à reorganização daquela zona e desenvolvem-se numa mesma ordem, com o objetivo de reparação.
Para o entendimento dos diferentes fenômenos que ocorrem durante esta reparação, será descrito o processo de cicatrização de uma lesão na pele.
Processo da cicatrização
Imagine-se que, trabalhando na cozinha, com uma faca, uma dona de casa corta uma porção de 1cm na polpa do dedo polegar do lado direito
Imediatamente após a lesão ocorre um sangramento mais ou menos importante, porque vasos sanguíneos, (capilares, artérias e veias) são seccionados durante a lesão. Depois de um determinado tempo ocorre o fenômeno da hemostasia, que é a coagulação do sangue na extremidade destes vasos sanguíneos rompidos.
Nestas situações de hemorragia a melhor conduta que se pode ter é a de uma leve compressão na zona sangrante.
Imediatamente, toda a região deve ser cuidadosamente lavada para a retirada do sangue, de coágulos e de elementos estranhos, (sujeiras) que podem estar presentes na região traumatizada.
Esta limpeza deve ser cuidadosa o suficiente para não remover os pequenos coágulos que estão obstruindo a extremidade dos vasos sangrantes, impedindo a manutenção de seu sangramento. É de conhecimento popular, que uma limpeza com esfregação muito profunda, na região lesada, desencadeia a continuidade do sangramento, que é exatamente o que se quer evitar.
Este fenômeno da hemostasia ocorre nos primeiros minutos após a lesão e tem como objetivo impedir a perda sangüínea.
A partir do momento da lesão até os primeiros dois dias ocorre a denominada fase inflamatória, que se caracteriza pela saída de leucócitos de dentro dos capilares (fenômeno da diapedese), com o objetivo de “limpeza” (pela fagocitose) das partículas que ficam alojadas na zona de lesão. Este fenômeno (fagocitose) permite que micróbios, outros fragmentos teciduais e corpos estranhos possam ser retirados da zona traumatizada.
Ao mesmo tempo em que estes fenômenos estão ocorrendo existe uma proliferação dos capilares com um aumento do seu número, permitindo um acréscimo no conteúdo sangüíneo que chega à região.
Com o extravasamento líquido na zona ferida ocorre um edema (inchume), que dá o aspecto externo aumentado à zona de lesão. A cor avermelhada regional, nas zonas em cicatrização tem estas características por causa da vasodilatação e aumento do número de capilares.
Junto com estes fenômenos, na porção mais superficial da pele existe um intenso aumento das multiplicações celulares (mitoses) que possibilitam o preenchimento desta zona lesada com células epiteliais. Estas células tendem a fechar e impermeabilizar a zona ferida.
Todos estes fenômenos até aqui descritos ocorrem nas primeiras 24 horas após a lesão.
Amadurecimento da cicatriz e variáveis
Após o 3o dia de lesão inicia-se na zona lesada um depósito de colágeno que é uma substância que permite uma união fibrosa entre as duas superfícies da ferida. Durante as próximas duas semanas a multiplicação das células epiteliais e o acúmulo de colágeno permitem uma aderência cada vez mais resistente à zona lesada.
A cor avermelhada da cicatriz até agora evidente começa a empalidecer e tornar-se esbranquiçada, pois ocorre uma diminuição na quantidade de capilares regionais.
No final do primeiro mês após a lesão a cicatriz existente na zona traumatizada está recoberta por uma camada de tecido epitelial íntegra.
Na realidade o processo completo de cicatrização dura mais alguns meses (mais de seis) para completar-se. Durante este tempo ocorre o amadurecimento da cicatriz que se caracteriza por clareamento e alargamento.
É importante salientar que todo este processo de cicatrização tem variáveis individuais, que dependem de fatores genéticos e ambientais. Desta maneira a cicatrização de um indivíduo não pode ser comparada com a cicatrização de outro, e mesmo na própria pessoa uma zona do corpo tem características diferentes de outra.
Outro fator digno de nota é o fato de que a cicatrização é um fenômeno biológico que tem peculiaridades que independem do tratamento.
Mesmo um ferimento adequadamente tratado pode ter uma evolução desfavorável e resultar em uma cicatriz de má qualidade.
No exemplo descrito no início deste texto, o ferimento no polegar da dona de casa, chama a atenção que mesmo um pequeno ferimento como este tem uma evolução irreversível. Independe do tipo de tratamento.
O que pode variar é o tipo de cicatriz, mas o desencadeamento do fenômeno é uma seqüência de fatos, como já se disse, irreversível.
Revisado por Dr. Eduardo Chem

LIPOASPIRAÇÃO


A gordura do organismo está depositada nas células gordurosas as quais têm a capacidade de aumentar ou diminuir de volume de acordo com a maior ou menor quantidade de gordura absorvida no seu interior.
Vários locais do corpo servem de acúmulo para estas células. Abaixo da pele existe uma camada denominada de subcutâneo. A maior parte dessas células deposita-se nesta zona. Existem, entretanto, outras regiões que também servem de depósito, como por exemplo, no interior da cavidade abdominal, entre as alças intestinais. A maior parte do tecido gorduroso (ou adiposo), entretanto, deposita-se no subcutâneo.
O grau de adiposidade de uma pessoa depende de vários elementos. Entre eles destacam-se os fatores genéticos e o tipo de alimentação. 
 
Fatores genéticos são, sem dúvida, elementos importantes no desencadeamento de um depósito maior ou menor de gordura. Existem verdadeiras linhagens familiares que predispõem a estes depósitos.
tipo de alimentação também é um fator importante no desencadeamento de um acúmulo maior ou menor. Um mau hábito alimentar, sem dúvida pode desencadear a obesidade. É sabido que o exercício e as dietas têm condições de desencadear a queima de gordura e propiciar emagrecimento.
Existem, por outro lado, depósitos de gordura localizados em determinadas regiões do organismo, que por regimes alimentares ou exercícios, mesmo localizados, dificilmente são capazes de serem corrigidos. 
Existem alguns exemplos clássicos: 
 
A região abdominal inferior (abaixo da cicatriz umbilical). À medida que a pessoa avança na idade este depósito tende a ficar cada vez maior, formando uma saliência mais ou menos proeminente.
A região dos quadris é outra zona que também pode ser sede de acúmulo localizado de gordura, formando os culotes.

O estudo destas regiões de depósito localizado de gordura tem mostrado que exercícios, ou mesmo emagrecimento, não tem condições de retirar completamente a quantidade de gordura aí depositada.
Durante muito tempo o tratamento convencional para este tipo de alteração funcional e estética foi bastante difícil, pois era realizado com técnicas precárias e com resultados que deixavam a desejar.
No final da década de 70, um francês denominado Illouz, relatou um método de retirada de gordura localizada através de um procedimento denominado lipoaspiração.
Este método consiste na introdução de uma cânula metálica no subcutâneo que ligada a um aparelho de fazer vácuo aspira quantidades de gordura. À medida que a cânula é movimentada no interior da zona de acúmulo de gordura, esta é absorvida para dentro da cânula e retirada do subcutâneo. Desta maneira, com esta cirurgia existe a possibilidade de retirar maior ou menor quantidade de gordura do interior das zonas de depósito exagerado.
A lipoaspiração não é um tratamento para a obesidade. Serve sim para retirar acúmulos de gordura localizada em determinadas regiões do organismo.
No culote, por exemplo, a gordura deposita-se na face lateral da coxa dando aspecto antiestético característico desta alteração.
Quando se faz a lipoaspiração, a retirada da gordura do subcutâneo inicialmente desencadeia uma zona de excesso de pele. Entretanto, com o tempo, este excesso vai sofrendo uma retração progressiva. Depois de 30, 60 ou 90 dias observa-se que a pele não apresenta mais as dobras características do excesso. Às vezes são necessários de 6 meses a 1 ano para que ocorra esta acomodação da pele.
LIPOESCULTURA
Assim como pode ser feito lipoaspiração, a gordura retirada pode ser reinjetada em outras zonas do corpo.
Costuma utilizar-se o termo lipoescultura quando a cirurgia consiste na retirada de gordura de determinadas zonas e reinjeçao em outras zonas deprimidas.
A gordura reinjetada sofre um processo de absorção. Aproximadamente 30% desta gordura injetada é absorvida pelo organismo, de maneira que é necessária uma correção exagerada (em 30%), para que o resultado final seja adequado. É claro que nesta circunstância também será necessário aguardar um tempo de até 1 ano para que ocorra a integração e acomodação deste tecido transplantado na sua nova posição.
Como é muito difícil para o cirurgião avaliar exatamente a quantidade de gordura que está sendo retirada e a que está sendo deixada em seu lugar, existe uma grande percentagem de casos em que é necessário fazer-se uma correção (ou retoque) no período pós-operatório. Pequenas quantidades de gordura podem manifestar-se como saliências mais ou menos evidentes na superfície externa, após a cirurgia.
Em geral estas cirurgias de retoque pós-operatório são bastante mais simplificadas que as cirurgias de lipoaspiração convencional. Podem ser realizadas com anestesia local, e freqüentemente são associadas à lipoaspiração de outras regiões que não haviam sido realizadas no primeiro procedimento.
ANESTESIA
Existem diferentes técnicas anestésicas para a realização de lipoaspiração. Ela pode ser realizada com: 
 
Anestesia geral
Anestesia local
Um bloqueio peridural

Quando o procedimento a ser realizado é muito prolongado ou a quantidade de gordura localizada a ser retirada é bastante grande, a maioria dos cirurgiões prefere a anestesia geral. Nesta técnica o paciente é mantido, pelo anestesista, sem consciência e sem dor para que a cirurgia possa ser realizada com tranqüilidade. Quando o procedimento cirúrgico termina o paciente é acordado e mantido com analgésicos para evitar a dor pós-operatória imediata. Depois de algumas horas a medicação para evitar a dor pode ser diminuída pois o procedimento cirúrgico realizado não desencadeia dor prolongada.
Quando as zonas a serem lipoaspiradas são pequenas e o paciente tem condições psicológicas de tranqüilidade para suportar o procedimento cirúrgico, este pode ser realizado sob anestesia local. Algum tipo de sedação pode também ser associado.
Existem alguns cirurgiões que preferem a anestesia do tipo bloqueio peridural. Nestas circunstâncias, o paciente é submetido a um tipo de anestesia que permite que ele fique consciente ou com sedação, sem nenhum tipo de sensibilidade em certas zonas que deverão ser trabalhadas pela lipoaspiração
Cada caso deve ser avaliado cuidadosamente em entrevista tranqüila entre o cirurgião e o paciente para discussão e escolha do melhor tipo de anestesia.
EXPECTATIVAS DOS PACIENTES
Freqüentemente os pacientes têm uma expectativa de correção completa de todas as suas irregularidades de depósito de gordura do subcutâneo.
É necessária uma entrevista franca entre cirurgião e paciente, para que se possa dirimir as dúvidas e desfazer as fantasias que porventura possam ainda existir no imaginário do paciente. Não é infreqüente que o paciente chegue ao consultório do cirurgião com um desejo de retirada de todos os excessos gordurosos (em muitas regiões do corpo).
A quantidade total de gordura a ser retirada não deve ser exagerada pois existe uma determinada quantidade de sangue que é também aspirada durante o procedimento de lipoaspiração. Se a lipoaspiração for muito volumosa, a perda sangüínea também poderá ser, causando anemia no paciente.
Na situação de engorde e emagrecimento, as células gordurosas aumentam ou diminuem como um balão cheio ou vazio. Nas zonas lipoaspiradas, há a retirada do contingente celular que permite o funcionamento do tipo balão, portanto uma vez lipoaspiradas adequadamente com a retirada de grande parte das células, nestas zonas não há mais a possibilidade de engorde.
É claro que se o aporte nutritivo for hipercalórico (com grande quantidade de gordura e açúcares), outras dezenas de zonas do corpo estariam capazes de ser aumentadas e o engorde ocorreria novamente.
COMPLICAÇÕES DA CIRURGIA
Freqüentemente houve-se falar em complicações da lipoaspiração. Sem dúvida é um procedimento delicado que exige todo o cuidado da equipe médica envolvida no procedimento.
Entretanto é necessário fazer-se uma diferenciação entre as complicações da lipoaspiração propriamente dita e as do procedimento anestésico envolvido no procedimento cirúrgico.
As complicações da lipoaspiração propriamente dita estão relacionadas com perfurações ou trauma das estruturas profundamente situadas às zonas lipoaspiradas. Outra complicação da lipoaspiração propriamente dita seria a presença de irregularidades na superfície trabalhada. Em determinadas situações de lipoaspiração bastante superficial, podem resultar também zonas de hipercromia (zonas mais escuras), que podem ser corrigidas com substâncias descolorantes. Esses procedimentos de descoloração muitas vezes são prolongados.
Não é infreqüente ouvir-se falar em parada cardíaca e morte durante a lipoaspiração.
É necessário entender que o procedimento anestésico (do tipo anestesia geral, anestesia local, ou bloqueio peridural), pode desencadear estas complicações.
Portanto, como já se mencionou, é indispensável a diferenciação entre as complicações da lipoaspiração propriamente dita e as complicações dos procedimentos anestésicos envolvidos.
As irregularidades maiores ou menores podem ser corrigidas com uma lipoaspiração secundária conforme foi afirmado anteriormente. Se houver perfuração de uma estrutura profunda, o tratamento específico deve ser estabelecido assim que for feito o diagnóstico.
As complicações anestesiológicas também devem ter tratamento imediato assim que for feito diagnóstico.
Em todas essas situações de complicações é importante levar-se em consideração que a profilaxia (evitar), é da maior importância. O extremo cuidado pode ajudar a evitar complicações mais ou menos severas.
A cirurgia da lipoaspiração pode ser realizada ambulatorialmente se a quantidade de gordura a ser a retirada é relativamente pequena, ou com o paciente baixado, se a quantidade de gordura a ser retirada for de maior volume.
LIPOASPIRAÇÃO ASSOCIADA A OUTROS PROCEDIMENTOS
A lipoaspiração pode ser associada a alguns procedimentos cirúrgicos.
Por exemplo, quando se faz uma cirurgia de diminuição da mama muitas vezes é necessário fazer-se lipoaspiração nas saliências gordurosas ao redor da glândula mamária. Para a complementação do aspecto estético desta cirurgia, muitas vezes a retirada de porções de gordura da zona inferior à axila, ou da zona da linha média, entre as duas mamas, pode a complementar o aspecto estético global da mama operada.
Na cirurgia do abdômen também a lipoaspiração pode ser associada. Nas zonas laterais da parede abdominal, uma lipoaspiração pode provocar um processo de acinturamento.
Revisado por Dr. Eduardo Chem 

Por que os profissionais da saúde vestem branco?


O uso do branco pelos médicos é um costume que vem desde a antiga Grécia. Os sacerdotes do templo de Asclépio (deus grego da Medicina) já se vestiam com roupas dessa cor para indicar pureza espiritual. Hoje, o branco é associado à limpeza e à higiene, elementos fundamentáveis na prática da medicina. Também facilita a identificação de qualquer tipo de sujeira.

Na Idade Moderna (Sec. XVII-XVIII), se utilizava roupa suja de sangue, para mostrar que o médico era bom, eles até colocavam sangue de galinhas, carneiros e outros animais. Hoje se utiliza o branco porque foi descoberta a importância da limpeza, então presumimos que roupas brancas demonstram mais a limpeza (ou sujeira). Espero que tenha ficado claro!

O uso do branco pelos médicos é um costume que vem desde a antiga Grécia. Os sacerdotes do templo de Asclépio (deus grego da Medicina) já se vestiam com roupas dessa cor para indicar pureza espiritual. Hoje, o branco é associado à limpeza e à higiene, elementos fundamentáveis na prática da medicina. Também facilita a identificação de qualquer tipo de sujeira.
Mas, no início do século XX, os cirurgiões começaram a usar tanto verde, porque eles achavam que seria mais fácil para os olhos do cirurgião, de acordo com um artigo de 1998 em Cirúrgica hoje Enfermeira.
É difícil determinar quando e por que isso aconteceu, mas é verdade que o verde pode ser escolhido especificamente para ajudar os médicos a ver melhor na sala de cirurgia, porque é a cor oposta ao vermelho.
Duas razões podem ajudar os médicos a ver melhor com o verde. Em primeiro lugar, olhar para algo verde ou azul, você pode atualizar o ponto de vista médico que está vendo algum tempo, todo vermelho, ou partes do corpo que estão operando, ensangüentado.
Se um cirurgião olha para algo vermelho ou rosa, torna-se insensível a isso, então se você vê algo oposto, como o verde, sua visão é atualizada para voltar para diferenciar o que está operando, para que possa diferenciá-lo de vermelho .
Em segundo lugar, o foco em vermelho, rosa, vermelho, rosa, vermelho, você pode ter quando você vê algo branco, acredita-se a ilusão de algo verde. São efeitos de visão quando o olho está tão cansado de monocromático, inventando cores, e pro exemplo, quando misturado com verde vermelho branco é inexistente pode causar problemas.
Novamente, se o médico atualiza sua opinião procurando um pouco de verde ao longo do tempo, não.
Portanto, o manto verde ou de ambos seria a melhor escolha, mas o azul é também útil.
Fonte: Wikepédia e Live Science